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Fui lá e Gostei #5

por Sakura, em 20.09.13




A ida a este novo restaurante foi completamente casual. Não tinha ouvido falar dele, não tinha quaisquer expectativas - nem boas, nem más. 



Precisava apenas de um sítio para almoçar com colegas de trabalho, como este fica mesmo ao lado do escritório e abriu há pouco tempo... Porque não dar-lhe uma oportunidade de mostrar o que vale?



Fomos às 13h e aquilo estava "à pinha". Ainda esperámos por uma mesa uns minutos, mas talvez não tenha chegado aos 10 minutos.



Depois "esqueceram-se" de nós na mesa, tivemos de chamar o empregado para que viesse tirar o nosso pedido.



Eramos 3 e fizemos três pedidos diferentes: vieram todos baralhados! Os que acompanhavam com batata frita, vieram com salada; os que eram sem molho, vieram com molho; e pedimos 3 águas, só vieram 2.



Quanto aos hambúrgueres em concreto: são bons! Bem confeccionados, produtos frescos, apresentação catita. O pão é semelhante ao pão de fast-food, mas não tão industrial. As batatas fritas não são congeladas, mas, por exemplo, o meu pote estava cheio de micro-batatas, aquelas minúsculas do final da batata. O preço ronda os 7€, por hambúrguer.



A empregada que levantou os pratos teve o cuidado de perguntar se estava tudo bem, se gostámos. Dissemos que a comida estava boa, mas que tinham baralhado os pedidos. Perguntou quem tinha sido o empregado a tomar nota do pedidos e apressou-se a desculpar-se dizendo que ele era novo e ainda estava a aprender.



Ninguém pediu sobremesa. Os cafés eram normais; nada de especial a assinalar.



Quando pedimos a conta, veio um talão com um valor três vezes superior ao que estávamos à espera. Começámos a conferir: não era a nossa mesa, definitivamente. Chamámos o empregado. Já com a conta certa, o preço por pessoa ficou nos 8,40€ com hambúrguer, água e café.



Gostei muito da decoração: linhas direitas; aposta nos contrastes entre preto, branco e madeiras; mesas corridas, com uma espécie de divisórias à "dinner" americano. O piso superior ainda não estava aberto.



Por estar muito cheio, o restaurante tornava-se barulhento, não sendo o ideal para conversar. Porém, às 14h, quando saímos, já começava a acalmar e a ser mais sossegado.



Como abriu há 15 dias, está numa das zonas mais concorridas de empresas de Lisboa e fui lá à hora de ponta do almoço, sou capaz de lhe dar uma segunda oportunidade daqui a um mês ou dois.



 

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Sharknado é um telefilme do ano de 2013 do canal Syfy, que relata um desastre envolvendo um furacão que resulta em vários tornados e tubarões, que são arrancados do Oceano Pacífico e são depositados na cidade de Los Angeles - fonte Wikipédia.

Tornados... Ok. 
Tubarões... Muito visto, mas ok. 
Tubarões que são tirados do mar por tornados e andam pelos ares... Humm... no mínimo estranho.

"É uma produção de baixo custo..."
Está explicado: pouco investimento na secção de argumentistas.
Este filme foi notícia, pois de tão mau que é, tornou-se um autêntico sucesso de bilheteira nos Estados Unidos. Todos quiseram ver que filme era este que a crítica cinematográfica arrasou!

Um dos protagonistas do filme disse, em entrevista, que ao ler partes do guião, pensou: "A sério?! Eu vou mesmo fazer isto?".

Não sei se foi marketing bem estudado ou puro acaso, mas que é um golpe publicitário genial, é!

Este filme está entre os mais vistos nos Estados Unidos, tem estreia marcada para vários outros países e já circulam rumores de uma sequela para o próximo ano. A receita é simples: "Tão mau que se tornou tão bom!". 

Este filme é o claro exemplo de como funciona a mente humana. Deve haver alguma teoria freudiana que o explique. Quantas vezes não ouvimos pessoas a dizer que não vêem aquele programa de Trash-tv, mas sabem quem participa, as histórias, o que aconteceu?
Ou aquela música considerada pimba e de mau gosto, mas que todos sabem a letra? Por exemplo, a nova música da Kátia Aveiro, a irmã do Cristiano Ronaldo. 

Não acho que o talento musical da senhora seja grande coisa, mas a verdade é que num mês já teve mais de um milhão de visualizações no youtube. Eu própria fui ver do que se tratava!

É mau... mas o bichinho da curiosidade adora este tipo de coisas!


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40 Days of Dating

por Sakura, em 02.09.13
Conhecem aquele sensação de começar a ler um livro e ficarem tão enredados que não conseguem parar de ler? Ou um filme que têm imperativamente de saber o final, apesar de já serem 2h da manhã e vocês terem de acordar às 7h do dia seguinte?
Pois bem, nos últimos dias tenho andado assim. O meu mais recente vício é o "40 Days of Dating". Não descansei enquanto não li o blog de uma ponta a outra e fiquei a conhecer tim-tim por tim-tim esta experiência.

Podemos ler no "About" do site o seguinte: "Numa tentativa de explorar e, esperançosamente, ultrapassar os seus medos e imperfeições, Tim e Jessica irão enfrentar os desafios de uma relação durante 40 dias: o compromisso, o tempo, o companheirismo, as alegrias e as frustrações. Conseguirão ajudar-se um ao outro ou irão voltar aos velhos hábitos? Irão causar danos na sua amizade? E se eles se apaixonam?"

Dois amigos solteiros, com diferentes percursos amorosos e problemas afectivos, decidiram embarcar numa aventura em que se comprometiam a ver-se todos os dias, durante 40 dias, programar saídas a dois, enfim, todo o processo natural de "fall in love". A isto juntaram terapia de casal e publicaram um pequeno resumo de cada dia na Internet. No final, "vamos ver no que isto dá".

O conceito de "dating" é um pouco diferente do nosso "saída romântica". Na minha perspectiva, é mais uma saída a dois, mas não tem necessariamente que haver namoro, beijos, mãos dadas, etc...


Ora bem, porquê 40 dias? Ao que parece são precisos quarenta dias para largar um mau hábito. E o Tim e a Jessica pretendiam alterar os comportamentos que invariavelmente faziam as suas relações falharem.

Se calhar este processo parece estranho. Mas eu sou uma romântica incurável e não consigo deixar de me derreter por eles. Gosto da perspectiva como abordaram a questão das relações falhadas e "deram-lhe a volta". Claro que poderiam simplesmente fazer isto na pacatez das suas vidas, mas tornar isto numa louca experiência, publicar na Internet, considero que dá outra força ao projecto.

Ainda não se sabe o resultado dos 40 dias - só faltam 4 dias! Mas eu torço muito para que acabe bem!

A ideia pode ser fora do comum, mas adoro a forma como o conceito está construído e, acima de tudo, a vontade destas duas pessoas em fazer algo resultar. Cada um tem a sua personalidade, as suas questões para resolver, mas esforçam-se! Mais forte do que o lado negativo é a vontade de criar algo bom. 

Claro que há dias menos bons - vejam o dia 23º, por exemplo -, mas eles tentam ser compreensivos e pacientes. E não será isso mesmo uma relação? Compreensão, paciência e uma enorme amizade? 
Vê-se que o Tim e a Jessica, independentemente do resultado, preocupam-se um com o outro e querem o bem do outro.

Gosto muito das perguntas diárias de "O que aprendeste hoje sobre o Tim/Jessica?" e "O que aprendeste hoje sobre ti?". Creio que é uma boa análise. Faz-nos ver melhor quem somos e quem é o outro que está ao nosso lado. Por diversas vezes, um deles reconhece que a atitude do outro, à primeira vista "egoísta", é apenas um mecanismo de defesa e, perante isso, adoptam uma postura mais tolerante. Ou se surpreendem por descobrir algo do outro que não sabiam, apesar de se conhecerem há vários anos. Na minha opinião, isto faz-nos pessoas melhores. 

Adorei ver o crescimento, enquanto pessoas, do Tim e da Jessica. E os crescimento da sua relação. (ISTO AGORA PODE SER UM SPOILER!) A dada altura o Tim diz "Ela é agora uma das minhas melhores amigas". É tão doce ver uma boa amizade entre duas pessoas.

A apresentação também conta. O facto de cada dia ser apresentado em duas colunas (Jessica à esquerda; Tim à direita) permite-nos ver como diferentes pessoas reagem ao mesmo estímulo de maneira diferente. Nos momentos em que passam juntos, aquilo que teve mais impacto num não foi necessariamente aquilo salientado pelo outro.

Por fim, tem umas imagens muito giras. São pequenos desenhos, vídeos, fotografias que ilustram estes 40 dias de namoro. Ou não fossem eles Designers.

Quero muito saber o final desta história? E vocês, que acham deste projecto?


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Quem é a Sakura?

O meu nome é Raquel Lemos. Sakura significa “Flor de Cerejeira” em japonês; escolhi-o pela sua sonoridade e pela beleza das flores de cerejeira. A ideia de criar um blogue nasceu da pergunta «E porque não?»; admito que não venho aqui muitas vezes para escrever... o Blackberry Pancakes funciona mais como uma terapia: pequenas ideias que vou deixando (que se não revolucionam o planeta, ao menos revolucionam o meu mundo!) Obrigada a todos!


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