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Fui lá e Gostei #9

por Sakura, em 10.12.13

Este post vai deixar-vos de olhos em bico!

 

E porquê? Porque venho falar-vos do restaurante japonês: Arigato (e nós bem que agradecemos por ele existir!).

 

Existem dois: o Sushi House no Parque das Nações e o Sushi Arena no Campo Pequeno.

 

Eu experimentei o do Campo Pequeno, ao almoço. Mas também já me falaram bem do Sushi House.

 

Este restaurante tem o sistema de buffet, o que significa "sushi até cair para o lado". O buffet de almoço custa 15,90€, sendo que as bebidas, cafés e afins são à parte. O jantar no Campo Pequeno são 18,90€ e o do Parque das Nações são 20,80€ (supostamente este é uma "degustação livre", seja lá o que isso for).

 

O problema com o sushi é mesmo este: para ser de qualidade, os preços sobem bastante na escala.

 

Por 15,90€, achei que a qualidade era bastante boa - tirando o hosomaki recheado com pasta de atum! Sushi e pasta de atum são algo que, na minha modesta opinião, não combinam...

 

Havia muita variedade de sushi, com o cuidado de, assim que começava a escassear alguma travessa, a reporem rapidamente. Também tinham saladas, sopa misu e pratos quentes. Eu fiquei-me pelas saladas e sushi.

 

O restaurante estava a rebentar pelas costuras. Pelo vistos, ou se reserva mesa ou se vai almoçar bastante cedo. Éramos só dois e mesmo assim foi uma sorte conseguirmos mesa. Apesar da enchente, circulava-se bem no buffet, sem empurrões ou esperas intermináveis.

 

 

 O hosomaki de atum é aquele grandalhão ali à esquerda. Um que era divinal, mas que não sei bem o que levava, é o que tem por cima uma rodela de lima.

 

 

 

 

E desse lado? Também há fãs de sushi?

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Madiba

por Sakura, em 06.12.13

Ainda ontem, a caminho de casa, falava com o H. sobre a falta de civismo das pessoas. Comentava que cada vez mais as pessoas estão mais egoístas, se antes apenas alguns demonstravam falta de civismo, agora a grande maioria é de uma sacanice atroz!

 

Sentia-me desiludida com aquilo em que a humanidade se tornou. Perdeu a capacidade de perdoar, em prol da vingança; perdeu a vontade de lutar por um mundo melhor para todos, em prol da apatia e do conformismo.

 

Horas depois, soube da notícia da morte de Nelson Mandela.

 

 

Aquilo mexeu cá dentro. Para mim, Mandela sempre foi uma figura intemporal, que no meu inconsciente iria viver (fisicamente) para sempre. Iria ser - tinha de ser - assim para relembrar o mundo do significado de liberdade, paz, amor e perdão. Como alguém disse: Nelson Mandela é e foi o "Guerreiro Supremo de Paz, Amor e Justiça".

 

Uma das minhas frases preferidas deste Guerreiro Supremo é:

 

"People must learn to hate, and if they can learn to hate, they can be taught to love, for love comes more naturally to the human heart than its opposite... Man's goodness is a flame that can be hidden but never explained.”

 

Madiba, como carinhosamente lhe chamavam, era a lição de amor, de perdão, do que significa lutar por algo maior do que nós, lutar pelo bem comum.

 

Tal como Mandela, eu acredito que ninguém nasce a odiar ninguém, que esse sentimento é-lhe ensinado. Então, se o ser humano aprende a odiar, também pode aprender a amar e isso é uma dádiva! Eu acredito na bondade de todos os seres humanos, apenas alguns decidem esconder muito bem essa chama...

 

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

[Invictus por William Ernest Henley]

 

 

Esta é a minha pequena, mas sincera, homenagem a Mandela!

 

 

 

[créditos das fotos: aqui, aqui)

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Para os braços da minha mãe

por Sakura, em 05.12.13

Hoje ouvi pela primeira vez esta música do Pedro Abrunhosa e confesso que quando cheguei ao fim tinha lágrimas nos olhos.

 

O título é "Para os braços da minha mãe", mas podia ser para os braços do meu pai, irmão, irmã... Para os braços daqueles que amamos.
Numa entrevista do Pedro Abrunhosa, o músico falava que este novo album "Contramão" (onde se insere esta música) pretende ser um retrato irónico do estado actual de Portugal.
Porém, "Para os braços da minha mãe" - que conta com a participação especial do fadista Camané - nada tem de irónico. É um murro no estômago sobre uma realidade cada vez mais generalizada: a necessidade de emigrar.
A tristeza de (sermos forçados a) deixar aqueles que amamos para trás e partir para outro país à procura de uma vida melhor. E é a saudade que fica sempre, a vontade que nos corrói de voltar aos braços das nossas mães.
Eu vivi um semestre fora do país, por vontade própria, e mesmo assim sei quanto doem as saudades. Quantas lágrimas não foram deixadas nas despedidas do aeroporto, quantas vezes não chorei por desejar apenas e tão só um abraço da minha mãe, do meu pai, dos meus irmãos,...
E fico com um nó na garganta só de imaginar este sentimento multiplicado por mil, quando não há outra alternativa senão emigrar.
Gostava que assim não fosse; que só fosse para fora quem realmente quisesse e não quem se vê obrigado a tal para sobreviver.

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Fui lá e Gostei #8

por Sakura, em 04.12.13

Começamos os posts do mês de Dezembro com uma das vossas rúbricas favoritas: o Fui lá e Gostei!

 

Hoje falo-vos do restaurante "A Tapadinha", mas não se deixem enganar pelo nome: A Tapadinha é um restaurante russo. Sim, leram bem: R-U-S-S-O. E tem site na internet, ora espreitem aqui: http://www.tapadinha.com/.

 

Foi a minha primeira experiência com a comida russa; nunca antes havia provado. Situado em Alcântara na Calçada da Tapada, mesmo por baixo de um dos pilares da Ponte 25 de Abril!

 

Há muitos anos que conheço este restaurante. Já perdi a conta ao número de vezes que passei à porta, mas nunca tinha entrado. Há umas semanas, uns amigos desafiaram-nos para irmos lá jantar. Eu cá não digo que não a um desafio!

 

 

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Quem é a Sakura?

O meu nome é Raquel Lemos. Sakura significa “Flor de Cerejeira” em japonês; escolhi-o pela sua sonoridade e pela beleza das flores de cerejeira. A ideia de criar um blogue nasceu da pergunta «E porque não?»; admito que não venho aqui muitas vezes para escrever... o Blackberry Pancakes funciona mais como uma terapia: pequenas ideias que vou deixando (que se não revolucionam o planeta, ao menos revolucionam o meu mundo!) Obrigada a todos!


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